«O amor é como um bom «cassoulet», é preciso tempo e determinação. Algumas partes são deliciosas, enquanto outras poderão estar um pouco rançosas e desagradar-nos. Poderemos chegar mesmo a cruzar-nos com a estranha surpresa de um pequeno botão verde, mas temos de ter em conta o prato todo.»
Uma brisa perpétua atravessa Amour-sur-Belle, uma aldeia tão feia que até os ingleses se recusam a viver lá.
Guillaume Ladoucette, o barbeiro, é forçado a abandonar o seu negócio, pois a idade avançada dos seus clientes significa que muitos ficaram carecas. Decide tornar-se um casamenteiro, porque, apesar do nome, amor é a única coisa que não há em Amour-sur-Belle. Alguns evitam Denise Vigier, cuja avó foi declarada culpada de colaboração horizontal durante a guerra. O proprietário do bar recusa-se a servir Sandrine Fournier, a envenenadora de cogumelos. E Madame Ladoucette e Madame Moreau têm andado a trocar insultos há tanto tempo que estes quase se tornaram uma forma de cumprimento.
«Ninguém se apaixona à primeira vista», aconselha o casamenteiro. «O amor é como um bom cassoulet, é preciso tempo e determinação.» Mas como é que um casamenteiro consegue fazer o amor fervilhar… quando ainda não conseguiu resolver o problema do seu próprio coração?
Julia Stuart vive em Londres e é colunista do Independent e do Independent on Sunday. O Casamenteiro de Périgord é o seu primeiro romance.
Um romance hilariante para ir saboreando ao virar de cada página.
Título original: The Matchmaker of Périgord
Tradução: Carla Alexandra Lopes
Colecção: Contemporânea
Pp.: 268
Formato: 15,5 cm x 23 cm
ISBN: 978-972-1-05921-4
Data de Edição: Agosto de 2008
20.09€