Fernando Pessoa esteve longe de ser o que chama um escritor de torre de marfim, contemplando de longe o espectáculo do mundo. Ao contrário, o que via em sua volta, a realidade cultural, social e política portuguesa impelia-o a intervir, não raro polemicamente, através dos seus escritos jornalísticos ou literários.
Introduções, organização e notas de António Quadros.