De que forma devemos conceber o Universo? Como um sistema orientado por leis mecânicas onde tudo é previsto? Ou como um imenso "oceano" em expansão? Podemos conceber a ideia de que para haver expansão teria de ter havido um princÃpio e antes dele um nada? Aceitar uma criação divina?
Roy Peacock, Professor de Ciências Aero-Espaciais na Universidade de Pisa questiona a validade de um modelo em que o Universo é concebido sem princÃpio nem fim: o modelo de Hawking em Breve história do tempo. À medida que descreve o extraordinário desenvolvimento do conhecimento fÃsico nas áreas da termodinâmica e da astronomia, desenvolve uma visão alternativa do Universo procurando respostas não sob a forma de modelos que expliquem o como mas através de reflexões sobre o porquê. A sua busca de um entendimento satisfatório do cosmos transporta o leitor para o reino dos buracos negros, da entropia e das grandes explosões cósmicas: um duro esforço de investigação, lógica e imaginação no sentido do triunfo final da razão humana.
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